quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

A pressa e a forma de acesso ao Poder


Em tempos de crise, tal como em tempo de guerra são tempos propícios para as forças aerotransportadas ou se preferirmos para o surgimente dos denominados paraquedistas. E eles aparecem por todo lado, em todo o tipo de terrenos e conflitos. Apresentam-se como elementos altamente capazes e disponíveis para salvar a sua nação de todos e qualquer mal e de lhe entregar um novo mundo.
 
A cena política tem-se constituído nos últimos anos, com particular incidência nos últimos 2 a 3 anos, num terreno fértil para o acontecimento deste tipo de fenómenos.

Salvo cirurgicas execeções, de pessoas que nem sequer se percebe como aceitaram fazer parte do triste ato cénico que temos vindo a assistir, do nosso governo
faz parte uma restrita elite de aerotransportados. Esta força de elite tem como principal caraterística a pressa e o facto de não olharar a meios para agarrar a oportunidade (talvez a única face ao contexto) de chegar onde pretende: ao poder.

Depois é aquilo que se vê, é a tentativa de pretetuação na cadeira (comum a muitos líderes) independentemente dos meios utilizados, fins atiningidos e danos inflgidos àqueles que representam pela via de uma legimitidade que se esgotou na forma como chegaram e exercem o poder.

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