As mentiras têm sempre perna curta. Não há volta a dar, por mais que se dourem ou arranjem pseudo-justificações para as praticar!
À parte das instituições próprias, a Nós resta-nos: aceitar passivamente que nos faltem à verdade, mesmo estando cientes da realidade crua em que vivemos; ou (re)agir com as ferramentas e vias que temos à nossa disposição.
Muitos de nós aceitaria democraticamente forma de governo que se conhece, se os seus executores se tivessem apresentado com esse caderno de encargos a eleições e as tivessem ganho nessa base. Não sendo essa a realidade, nas atuais condições, mesmo sabendo quão estreito é o caminho, é inviável continuar a viver uma realidade postiça.
É preciso restaurar a confiança em quem nos governa.
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