Todos nós conhecemos determinadas personalidades que se comportam, e só falando em matérias que envolvem o interesse público, como se todo e qualquer ser, o mundo e arredores, tenham de girar em torno de si, das suas escolhas, preferências, interesses, do seu tempo, das decisões/opções iluminadas, da sua disponibilidade ou pelo seu autoconvencimento que esse é o momento mais oportuno para agirem, para tomarem determinada decisão ou se disponibilizarem para agarrar um qualquer desafio.
"Poupam-se", gerem, procuram não desgastar a sua "imagem", as suas "palavras" e "capacidades", mas tudo isto na reserva que o espaço público não oferece. Afinal precisam de aparecer e de algum show-off para se perpeturaem nesse modelo de gestão dos seus próprios interesses em matérias de interesse geral.
"Poupam-se", gerem, procuram não desgastar a sua "imagem", as suas "palavras" e "capacidades", mas tudo isto na reserva que o espaço público não oferece. Afinal precisam de aparecer e de algum show-off para se perpeturaem nesse modelo de gestão dos seus próprios interesses em matérias de interesse geral.
Estão no seu direito.
Cabe-nos a nós no seio das comunidades ou da sociedade portuguesa penalizar e porque não mesmo banir estes comportamentos com laivos de oportunismo e que pouco ou nada servem o interesse geral.
Não estou aqui a defender que, por exemplo, Marcelo Rebelo de Sousa, António Vitorino ou António Costa devam ir a todas, estarem em todas as frentes, mas penso que é unânime a constatação que estas personagens apesar de inundarem o espaço público com as suas constantes posições e entendimentos, e inclusive a sociedade ter gritado pelos seus nomes ou esperado que dessem o passo em frente, estes sempre se reservaram para o futuro, para o momento que julgam para si como ideal.
ComQuando esse momento ideal surge, porque o terreno lhes é totalmente favorável (p.e., uma vitória eleitoral é uma quase absoluta certeza) ou por alegado estado de necessidade por si mesmos declarado se apresenta, rompem a monotonia com posições públicas de caráter messânico e salvador, e apresentam-se então como solução para todas as equações.
Tudo na vida tem o seu momento, tudo tem a sua oportunidade, mas também um custo de oportunidade!
As batalhas (nomeadamente as políticas) perdem-se e ganham-se na arena e não na plateia!
Tudo na vida tem o seu momento, tudo tem a sua oportunidade, mas também um custo de oportunidade!
As batalhas (nomeadamente as políticas) perdem-se e ganham-se na arena e não na plateia!
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