Estaremos
nós portugueses viciados na mentira?
O conforto que esta nos oferece será a anestesia perfeita para atravessarmos/ignorarmos a difícil realidade e avançarmos no tempo em direção ao futuro, na esperança que este nos porporcione algo de melhor?
Só uma explicação deste calibre poderá explicar a forma como vamos reagindo às mentiras constantes que a classe política, com especial destaque para o Governo, vice-primeiro ministro do nosso país e entidades internacionais que direta ou diretamente conduzem ou influenciam os destinos do nosso país.
O conforto que esta nos oferece será a anestesia perfeita para atravessarmos/ignorarmos a difícil realidade e avançarmos no tempo em direção ao futuro, na esperança que este nos porporcione algo de melhor?
Só uma explicação deste calibre poderá explicar a forma como vamos reagindo às mentiras constantes que a classe política, com especial destaque para o Governo, vice-primeiro ministro do nosso país e entidades internacionais que direta ou diretamente conduzem ou influenciam os destinos do nosso país.
Primeiro
foram no pós 25 de abril cerca de duas décadas de deixa andar, a fazer de conta que não víamos, que não sabíamos, que pelo menos algo não batia certo no reino dos milhões dos fundos europeus e do crédito bancário fácil. Depois lidamos bem com as falsas e incumpridas
promessas de circunstância de um alargado político de circunstância e agora fazemos de conta não ver as descaradas, mal amanhadas,
arrogantes e incompetentes mentiras com que nos presenteiam os nossos atuais
governantes e a troika e demais nobilíssimos atores internacionais.
Deixamos passar, sem consequência, expressões como "eu
não minto, eu não ludibrio e ao não engano" e decisões irrevogáveis que têm mais revogável do que o seu contrário.
Há por aí um certo senhor democrata cristão, a quem se reconhece
inteligência e capacidade política que falta a outros, que nos tem
insistentemente mentido, enganado, ludibriando e, como se isso não
bastasse, age e discursa de sorriso semi-rasgado na face, como quem goza
com o pagode e se dá ao desplante de o fazer cada vez mais
deliberadamente e de forma quase inimputável.
Porque continuamos a engolir, sem mais, estes sapos e insistimos a entregar a uma oligarquia os destinos deste estado-nação?
Porque não assumimos as nossas próprias responsabilidades?
Será que encontramos a nossa verdade na mentira?
Porque continuamos a engolir, sem mais, estes sapos e insistimos a entregar a uma oligarquia os destinos deste estado-nação?
Porque não assumimos as nossas próprias responsabilidades?
Será que encontramos a nossa verdade na mentira?
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