No nosso país, a esmagadora maioria dos portugueses viram nos últimos 5 anos as suas condições de vida presentes e no futuro próximo pirarem de sobre maneira.
Muitos de nós, do ponto de vista económico e financeiro, tem hoje de fazer melhores e mais ponderadas escolhas. Outros, infelizmente, deixaram de poder escolher ou têm menos possibilidade de efetuar escolhas face ao passado pré-crise.
Falar do tema das escolhas económicas conduz-nos diretamente à questão do seu financiamento.
E aqui, sabemos que em Portugal durante largos anos se financiaram (a todos os níveis) investimento e consumo com rendimentos futuros, suportados em crédito acessível, abundante e barato. Muitos desses rendimentos não existem hoje, não existirão no futuro ou não serão suficientes para cobrir os custos do passado e simultaneamente do presente.
E aqui, sabemos que em Portugal durante largos anos se financiaram (a todos os níveis) investimento e consumo com rendimentos futuros, suportados em crédito acessível, abundante e barato. Muitos desses rendimentos não existem hoje, não existirão no futuro ou não serão suficientes para cobrir os custos do passado e simultaneamente do presente.
Pior do que encontrar casos que se encaixam num destes cenários que retratamos (equivalentes à falência ou falência anunciada), temos algumas bolhas de organismos ou famílias que continuam a viver como se o mundo não tivesse mudado, não só o mundo que as rodeia como o seu próprio mundo.
Falidos ou pré-falidos não gerem, não querem gerir ou gerem de foram incompetente, ignoram que a realidade mudou e que terão de viver com aquilo que são capazes de gerar.
Pode ser duro para alguns, novidade para outros, mas sem resignações temos todos de aceitar a
realidade e de a enfrentar!
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