Sem
querer maçar ninguém com o passado, presente, futuro ou com as
histórias, os factos e outras torrentes de dados diariamente
disponibilizados sobre O Dono Disto Tudo, gostava apenas de
marcar esta simbólica data (24/07/2014), com o pretérito imperfeito do
verbo Ser na terceira pessoa do singular aplicável ao referido: ele ERA!
Depois da família, dos contabilistas e outros colaboradores de confiança, dos parceiros, dos sócios, dos políticos, dos reguladores, dos chefes de estado e de governo, dos financiadores, dos amigalhaços, e outros para quem "o Ricardo" era Deus na terra terem batido com a porta, chegou a hora da Justiça abrir essa porta e resgatar o país e a sua economia de uma das principais fontes asfixia.
Agora é tempo da Justiça, aguardemos serenamente por ela.
Nota: sobre este tema não posso deixar, a quem tiver paciência, de sugerir a leitura de «A História do Banco do Meu Avô», publicada no blogue Aventar, e ainda «A queda de um Santo» de Pedro Santos Guerreiro (Expresso)

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