Quantos de nós não ouviu os mais velhos, as nossas avós ou os nossos avôs, dizer "eu ainda sou do tempo em que...".
Frase aliás celebrizada por anúncio de TV nos últimos anos.
Expressão que remete para o passado. Para uma experiência, vivência ou facto marcante, comparado/a com o presente longínquo.
Hoje podemos dizer que somos do tempo da guerra. Da sua proliferação por vários pontos do globo (Síria, Ucrânia, Israel-Palestina, Iraque e Líbia), com o mundo ocidental e dito civilizado a fazer de conta que os conflitos não existem ou monitorizar/intervir à distância, a minimizar os impactos destrutivos para os cidadãos locais e para o mundo.
Expressão que remete para o passado. Para uma experiência, vivência ou facto marcante, comparado/a com o presente longínquo.
Hoje podemos dizer que somos do tempo da guerra. Da sua proliferação por vários pontos do globo (Síria, Ucrânia, Israel-Palestina, Iraque e Líbia), com o mundo ocidental e dito civilizado a fazer de conta que os conflitos não existem ou monitorizar/intervir à distância, a minimizar os impactos destrutivos para os cidadãos locais e para o mundo.
Heroís como James Foley e outros jornalistas de guerra, em conjunto com órgãos de comunicação social, procuram trazer-nos um pouco da verdade que os regimes em queda ou em ascensão, bem como os estados ocidentais nos procuram esconder ou filtrar. Lutam diariamente por sensibilizar o mundo que a guerra, a barbárie, o sofrimento e a morte de pessoas inocentes e indefesas proliferam pelo mundo, que estes estão à porta (senão no seu interior) do "mundo civilizado", que é preciso agir de forma humana.
Posso hoje dizer às minhas avós, aos meus filhos, assim como eles me podem repetir, que somos do tempo da guerra, do tempo da hipocrisia do mundo ocidental, dito civilizado, do mundo que intrevem apenas e na medida dos seus interesses económicos, geoestratégicos e políticos.
