Parece vivermos um momento de confluência na
História neste ano de 2015 em que tudo converge e parece poder contribuir para
um choque total entre tudo e todos.
Todos nós que temos falado e pensado nestas
questões nestes últimos anos nos lembramos ter já anteriormente pressentido
estar nas vésperas de um cataclismo nacional, regional e/ou mundial.
Sucede que o mesmo nunca veio, felizmente, mas
por razões que eu pessoalmente ignoro. Ou então veio mas veio de uma outra
forma e gerando efeitos e danos menos visíveis logo no imediato.
Questão parece ser que desta feita algo de novo
parece existir, bastando lançar os seguintes tópicos, sem mais: Isis/Isil, Boko
Haram, Putin, Irão, Líbia, …
Ou, no que seria o outro bloco – o nosso: Obama, Netanyhau, Merkel,
Hollande, Abbot, …
Esperança e crença, porém, sempre: por exemplo, o regresso da política na Europa por via da
Grécia? Hoje mesmo Juncker disse que, não fossem outros, ao menos o PM da
Grécia teve desde já o mérito de fazer as questões certas
O retorno à base pressente-se poder estar nesse
fazer as perguntas, em especial as que apontam à raiz: Porquê? Para quê? À
custa de quê?
Em Portugal, alguém está a fazer tais perguntas…?
Alguém, aliás, está em condições de fazer tais perguntas? Possivelmente estarei
apenas precisando de uma ou muitas candeias que me alumiem!
Ou, na frieza do que se entrevê no discurso
cifrado e da semiótica do marketing político,
caminha-se uma vez mais em eciana campanha alegre? Rumo – claro - à parede!
Sem comentários:
Enviar um comentário