quinta-feira, 5 de março de 2015



Parece vivermos um momento de confluência na História neste ano de 2015 em que tudo converge e parece poder contribuir para um choque total entre tudo e todos.


Todos nós que temos falado e pensado nestas questões nestes últimos anos nos lembramos ter já anteriormente pressentido estar nas vésperas de um cataclismo nacional, regional e/ou mundial.


Sucede que o mesmo nunca veio, felizmente, mas por razões que eu pessoalmente ignoro. Ou então veio mas veio de uma outra forma e gerando efeitos e danos menos visíveis logo no imediato.


Questão parece ser que desta feita algo de novo parece existir, bastando lançar os seguintes tópicos, sem mais: Isis/Isil, Boko Haram, Putin, Irão, Líbia, …


Ou, no que seria o outro bloco – o nosso: Obama, Netanyhau, Merkel, Hollande, Abbot, …


Esperança e crença, porém, sempre: por exemplo, o regresso da política na Europa por via da Grécia? Hoje mesmo Juncker disse que, não fossem outros, ao menos o PM da Grécia teve desde já o mérito de fazer as questões certas




O retorno à base pressente-se poder estar nesse fazer as perguntas, em especial as que apontam à raiz: Porquê? Para quê? À custa de quê?


Em Portugal, alguém está a fazer tais perguntas…? Alguém, aliás, está em condições de fazer tais perguntas? Possivelmente estarei apenas precisando de uma ou muitas candeias que me alumiem!


Ou, na frieza do que se entrevê no discurso cifrado e da semiótica do marketing político, caminha-se uma vez mais em eciana campanha alegre? Rumo – claro - à parede!

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