segunda-feira, 27 de julho de 2015

Publicidade enganosa <=> Propaganda


A última ação de campanha, desculpem publicidade governativa de índole fiscal utilizando como plataforma um organismo estatal (AT - Autoridade Tributária no caso), para não lhe chamarmos abertamente de propaganda eleitoral, aproximou-se seriamente daquelas ações publicitárias agressivas de empresas que atuam de modo trucidário e pouco escrupuloso no seu mercado, as quais muitas vezes se revelam como publicidade do tipo enganoso.

No caso governativo, promete-se aquilo que não se sabe se irá dar (simplesmente porque não se sabe se se poderá dar!). Sim, é como se alguém (leia-se o dono do jogo) a meio de uma partida nos desse uma informação solta que a nossa equipa irá ganhar, só restando saber por quantos, não cuidando de explicar e fundamentar que ganharíamos se nada de anormal acontece e já agora que isso aconteceria se a nossa equipa continuasse a jogar do mesmo modo e mais do que adversário… tivéssemos sorte… se tudo corresse bem como até ali... e se... e se...

A verdade é que, quem nos acena com a vitória não explica claramente que essa leitura é feita com os dados que dispomos hoje (YTD), que ainda podemos empatar não tendo por isso direito a prémio!

Desculpem, mas independentemente de qual seja o governo ou membro(s) do governo que faz isto, não tem outro qualificativo, se não de uma verdadeira sem-vergonhice, pelo tema, pelos envolvidos, por ser um governo, por estarmos a falar de impostos (de um excesso, para lá do excesso), pelas circunstâncias que o país atravessa e por se tentar com estas manobras capitalizar em votos o resultado de uma fria e vampiresca colheita.
 
O tipo de estória não é virgem, já que nas últimas semanas temos assistido a algumas jogadas por parte do senhor 1.º ministro menos bonitas, falsas partidas com direito a desmentidos públicos no plano nacional e europeu (veja-se o que disseram Donald Tusk e Juncker acerca da paternidade reclamada por Passos Coelho no que toca à solução europeia encontrada para a Grécia e da sua postura perante os parceiros em idêntica situação).

Esta postura, evidencia algum desnorte, preocupação e mais do que isso é um pronúncio de incapacidade de alcançar um resultado eleitoral relevante (entenda-se uma percentagem que permita ao PSD ter uma palavra a dizer pelo menos num governo de coligação a 3) e, por outro lado, é revelador para quem estiver mais atento e não queira tapar o sol com a peneira que vale sempre quase tudo para marcar pontos! Ao menos o Alberto João era mais transparente!

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Vender a alma ao diabo...


Há mudanças/opções na vida que custam a aceitar, a perceber, porque têm difícil explicação, esta é insuficiente ou por simplesmente procura responder ao inexplicável.


Há temas em que a questão é meramente racional, não envolve ou pouco toca a componente emocional das partes envolvidas. Outros há, em que as emoções aquecem e tornam as viragens de 180.º ou de graduação mais elevada difíceis de aceitar.


Vulgarmente são dadas e aceites justificações em trono do vil metal, da carreira, da felicidade e realização pessoal, com o pensamento na família ou nos filhos, as quais servem para disfarçar um comportamento próximo ou que configura mesmo uma traição.


Todos nós ao longo da vida, por mais desprendidos, aliados ou frios que sejamos, perante determinados casos concretos acabamos por encontrar uma situação beco sem saída que nos afeta direta ou indiretamente, apesar de existir uma ou mais saídas racionalmente possíveis. Falamos dos casos em que até aos mais racionais são tolhados pela emoção.


Para não falar de casos amorosos ou familiares, num recente caso, que certamente partilho com muitos benfiquistas, temos o caso inaceitável de um senhor futebolista que resolveu mudar de cor de camisola, trocar um clube por uma outra coisa, assim por dá cá aquela palha ($$$), isto após ter sido jogador durante 8 anos, campeão e até vice capitão desse glorioso clube.


Prefiro pensar que se trata agora de um agente infiltrado e que a tese da venda da alma ao diabo não vinga, que estaremos aliás perante o esticar/alargar do “manto protetor” de que Lopetegui falava! Não havia necessidade!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Um novo e emergente conceito de solidariedade (nomeadamente europeia)


A propósito do terceiro resgate da Grécia:

«O plano que a Grécia tem de implementar vai ser duro para o povo grego, mas também para os outros 18 estados-membros da Zona Euro, pois o terceiro resgate no valor de 86 mil milhões de euros representa uma solidariedade sem precedentes na Europa».

Angela Merkel
17 de julho de 2015

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Maria Barroso..


«Sei que me ouves agora uma vez mais, apesar da distância e do silêncio, o amor opera esse milagre».

Mário Soares
Aljube
22 fevereiro de 1962
Sei que me ouves agora uma vez mais, apesar da distância e do silêncio, o amor opera esse milagre

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/mario_soares_dedica_poema_a_mulher.html
Sei que me ouves agora uma vez mais, apesar da distância e do silêncio, o amor opera esse milagre

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/mario_soares_dedica_poema_a_mulher.html
"Sei que me ouves agora uma vez mais, apesar da distância e do silêncio, o amor opera esse milagre".

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"Sei que me ouves agora uma vez mais, apesar da distância e do silêncio, o amor opera esse milagre".

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"Sei que me ouves agora uma vez mais, apesar da distância e do silêncio, o amor opera esse milagre".

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