Há mudanças/opções na vida que custam a aceitar, a perceber, porque têm difícil explicação, esta é insuficiente ou por simplesmente
procura responder ao inexplicável.
Há temas em que a questão é meramente racional, não envolve ou
pouco toca a componente emocional das partes envolvidas. Outros há, em
que as emoções aquecem e tornam as viragens de 180.º ou de graduação mais elevada difíceis de aceitar.
Vulgarmente são dadas e aceites justificações em trono do vil
metal, da carreira, da felicidade e realização pessoal, com o pensamento na família ou
nos filhos, as quais servem para disfarçar um comportamento próximo ou
que configura mesmo uma traição.
Todos nós ao longo da vida, por mais desprendidos, aliados
ou frios que sejamos, perante determinados casos concretos acabamos por
encontrar uma situação beco sem saída que nos afeta direta ou indiretamente,
apesar de existir uma ou mais saídas racionalmente possíveis. Falamos dos casos
em que até aos mais racionais são tolhados pela emoção.
Para não falar de casos amorosos ou
familiares, num recente caso, que certamente partilho com muitos benfiquistas, temos o caso inaceitável de um
senhor futebolista que resolveu mudar de cor de camisola, trocar um clube por
uma outra coisa, assim por dá cá aquela palha ($$$), isto após ter sido jogador
durante 8 anos, campeão e até vice capitão desse glorioso clube.
Prefiro pensar que se trata agora de um agente infiltrado e
que a tese da venda da alma ao diabo não vinga, que estaremos aliás perante o
esticar/alargar do “manto protetor” de que Lopetegui falava! Não havia necessidade!
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