Depois
do inesperado BREXIT e inacreditável eleição de Trump, aproximam-se
agora as perigosas eleições na Holanda, França e Alemanha.
Não
sabemos que Europa irá resultar destes atos eleitorais, mas como vão
adiantando as sondagens e os media, há uma forte possibilidade de
viragem à direita.
O
perigo destas potenciais viragens à direita, de cariz populista, é
trazer a si amarrada a intenção de saída do euro e, mais do que isso, a
saída da própria União Europeia.
Apertem
os cintos, a primeira eleição, na Holanda, é já dentro de dias.
Segue-se a França e lá mais para o fim do ano a Alemanha.
Se o pior acontecer (é plausível de suceder, tal como ocorreram os fenómenos BREXIT e Trump), Portugal terá muito a perder.
As
ondas de choque do caminho para a desagregação europeia, o regresso dos
nacionalismos e os estados europeus a fecharem-se sobre si mesmos,
serão naplan sobre a economia, acesso aos mercados financeiros e sobre a
sociedade.
Depois de um primeiro forte impacto, Portugal terá algumas oportunidades.
Desde
logo, apesar da sua solução governativa portuguesa não ser brilhante,
tem mostrado estabilidade e cumprido aquilo que é exigível. Uma solução
que não tem cedido a populismos e que é já estudada e tida como exemplo
por outros países.
Por
outro lado, alguns investimentos poderão ser canalizados para o nosso
país, onde a segurança, a qualidade e baixo custo da mão de obra são
abundantes.
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