"Orgulho-me
de ter sido membro de uma CT que começou numa fábrica com 144 pessoas.
Saí de lá com 4 mil, contrariamente a muitos sindicatos que entraram com
11 mil trabalhadores e saíram com ninguém, como na Lisnave, CUF ou
Quimigal" - afirma (ao Negócios de 30 de Agosto) António Chora.
Que mais há dizer, quando o ex-líder da comissão de trabalhadores diz isto.
Uma dança da chuva, que mais não serve do que para levantar poeira.
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