Quando
alguém se alimenta da crise, dos problemas e das dificuldades vigentes,
tem dificuldade em virar a página, de passar para uma nova fase.
Isso acontece no nosso país, com a liderança de Passos Coelho a não conseguir sair do discurso que o motivou nos anos da troika.
Já aqui escrevemos sobre a falta de esperança que Passos Coelho e a sua encoraje representavam para o país, um beco sem saída.
Há muito que o povo português está cansado do seu discurso.
As pessoas pedem, precisam de esperança, de uma nova onda que lhe traga ânimo para construir o futuro.
Goste
ou não se goste, com mais ou menos embalo da cena internacional e do
turismo, é esse ambiente esperançoso que a geringonça foi criando ao
longo dos meses.
Os resultados estão à vista. Podiam ser melhores? Talvez, mas o que temos destoa do ambiente vivido já neste século.
O fim da era passos coelhista chegou, as últimas eleições autárquicas só o vieram confirmar de forma truculenta.
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