Depois
de um Presidente dos afetos, de um Primeiro-ministro arrependido por
não exteriorizar as suas emoções devidamente e de uma ministra que no
seu descontrolo governativo nos inundou com suas emoções, eis que os
últimos dias nos trouxeram um prémio nobel da economia com um trabalho
na área da economia comportamental.
Richard Thaler considera que as decisões são por vezes irracionais, impregnadas de emoções, isto é, «os humanos
não são seres perfeitamente racionais, mas antes pessoas com emoções,
impulsos, problemas de autocontrolo, entre outras características
puramente… humanas. E como são as pessoas que fazem a economia, Thaler
sempre defendeu que deveria existir uma outra forma de a pensar também». (ler mais aqui).
Depois
de anos de crise, em que a racionalidade esteve na ordem do dia, eis
que as emoções parecem conquistar terreno e assumir o papel central.
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