O
Governo perante a margem orçamental, que escrevem os entendidos,
ascende a 1.000 milhões de euros, desde logo, pode fazer três coisas:
Em
primeiro lugar, pode atacar o controlo do défice, reduzindo-o de forma
mais agressiva e rápida, procurando reduzir por essa via a dívida;
Em segundo lugar, reverter a austeridade dos últimos anos sobre os funcionários públicos, pensionistas e contribuintes;
Por
fim, aliviar a política de cativações aplicadas aos orçamentos dos
serviços, que tanto prejuízo têm causado aos bens e serviços públicos
que são fornecidos aos cidadãos.
A
opção por esta ou aquela alternativa, ou duas delas em simultâneo, tem
claramente um custo pesado de oportunidade. São escolhas difíceis de se
fazerem, mas que têm de acontecer.
Se fosse governo optava por equitativamente levar as três por diante, dando um 1/3 da importância a cada uma delas.
Por
último, mas com prioridade cimeira, é preciso não esquecer que é neste
contexto que tem o Governo de encontrar fundos para a reforma da
floresta e prevenção e combate efetiva aos incêndios. Perante esta
necessidade, abdicaria sem dúvida de levar por diante um controlo tão
efetivo do défice.
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