Nestes quentes dias de agosto que toldam a grande e silenciosa aldeia Lisboa, compõe a qualquer hora as artérias centrais um colorido e multiracial mosaico provindo de todas origens e ainda alguns dos nativos que buscam seu futuro na capital deste mar de chamas e algumas tragédias.
Viva a Baixa, o Chiado e o Bairro Alto pela vida que injeta a esta aldeia transformando-a, quiça, numa ainda mais interessante e cosmopolita cidade europeia e do mundo...
Qual Fenix renascida das cinzas resultantes do caldeirão de chamas que há 25 anos atrás prenderam ao passado e à memoria dos que o conheceram um Chiado que já não existe.
Qual Fenix renascida das cinzas resultantes do caldeirão de chamas que há 25 anos atrás prenderam ao passado e à memoria dos que o conheceram um Chiado que já não existe.
Esta nova vida do Chiado e da Baixa como um todo (em resultado de outras importantes alterações) constitui uma justa e digna homenagem a todos os que (como os que nos são próximos) viveram direta ou indiretamente o drama daqueles dias e dos dias/anos que se seguiram.
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