Está lançada a primeira pedra deste Resilência, que não deixa de ser uma espécie de elogio àqueles que presistem em resistir ou vão resistindo, que vão superando e se superado nesta ocidental praia lusitana...
... até quando? Talvez até ao limite das suas forças ou começo das fraquezas de cada um ou, quem sabe, um pouco mais do que isso. Talvez algo de transcendente nos vá irracionalmente conetando a este terreno.
Embora esta seja uma batalha alargada, é essencialmente uma batalha das gerações mais novas.
A tentação para a deserção é permanente, forte e pertinente, especialmente porque neste mundo a validade do ser humano (leia-se idade) é uma variável cruel...
Entre muitas incertezas e algumas certezas, não deixamos de perguntar até quando e porquê resistir?
A imoralidade, a injustiça, a infelicidade, a pobreza, a intolerância, a seguementação/desagregação social, o descaramento e a mentira graçam por este Portugal. Algumas destas realidades afetam muitos de nós, mesmo que isso não aconteça não podemos ser elas indiferentes, não podem deixar de ser também nossas e de nos levar a questionar até quando Portugal?
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