Passos, o retificador, como muitos o vêm apelidando (dado ser um recordista no número de revisões que produziu aos orçamentos de estado sob a sua tutela), tornou célebre no inicio do seu mandato a expressão malabarices (malabarismo com caráter de vigarice).
Há época o responsável encartado pelos destinos executivos da nação lusa usou a expressão para caraterizar e criticar a gestão anterior, arrogando-se de outras qualidades gestionárias, outra superioridade moral e ética em relação aos demais.
Ora bem, sem apologismos ou defesas a anteriores corpos executivos (peditório para qual não contribuo), o passado recente tem vindo a esclarecer que essa auto-exclusão do conceito gestionário contido na expressão malabarices era contigencial. O nosso PM parece ter revogado ao longo do seu mandato e mais recentemente esse seu posicionamento anti-desviante.
As consecutivas retificações ao orçamento e outras previsões falhadas são um expoente máximo, assim como o são as receitas extraordinárias (onde incluo privatizações feitas à pressa e de retorno duvidoso e essencialmente um injustíssimo perdão fiscal), as folgas ocultas que tanto desaparecem como aparecem, ou ainda a gestão dos dinheiros públicos em função do calendário eleitoral ao arrepio do prometido.
O cidadão financiador-cliente da operação estatal merece presivibilidade.
A fase planeamento, continua a falhar, mesmo pelas mãos daqueles que se arrogam da capacidade de conduzir os destinos do país pelos caminhos da eficiência. Da capacidade de gerir e não de administrar recursos escassos.
Há época o responsável encartado pelos destinos executivos da nação lusa usou a expressão para caraterizar e criticar a gestão anterior, arrogando-se de outras qualidades gestionárias, outra superioridade moral e ética em relação aos demais.
Ora bem, sem apologismos ou defesas a anteriores corpos executivos (peditório para qual não contribuo), o passado recente tem vindo a esclarecer que essa auto-exclusão do conceito gestionário contido na expressão malabarices era contigencial. O nosso PM parece ter revogado ao longo do seu mandato e mais recentemente esse seu posicionamento anti-desviante.
As consecutivas retificações ao orçamento e outras previsões falhadas são um expoente máximo, assim como o são as receitas extraordinárias (onde incluo privatizações feitas à pressa e de retorno duvidoso e essencialmente um injustíssimo perdão fiscal), as folgas ocultas que tanto desaparecem como aparecem, ou ainda a gestão dos dinheiros públicos em função do calendário eleitoral ao arrepio do prometido.
O cidadão financiador-cliente da operação estatal merece presivibilidade.
A fase planeamento, continua a falhar, mesmo pelas mãos daqueles que se arrogam da capacidade de conduzir os destinos do país pelos caminhos da eficiência. Da capacidade de gerir e não de administrar recursos escassos.
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