A
palavra guerra, teima em não descolar do léxico humano. Do léxico dos
países que histórica e mais recentemente têm vivido em contexto bélico,
mas também de um mundo ocidental e civilizado que quer através da lama
que tem transportado nas botas dos seus soldados, como agora do piscar
de olho interno o vão aproximando deste fenómeno.
Pois
é, a Ucrânia esse longínquo país do continente europeu está, segundo
palavras de Merkel e sentimento de Hollande, à beira de uma guerra.
E que dizer da Grécia e de todo o potencial que ali se encerra para desencadear algo difícil de descrever.
E que dizer da Grécia e de todo o potencial que ali se encerra para desencadear algo difícil de descrever.
O
primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, na apresentação do seu
programa de governo em pleno parlamento grego, considerou hoje que a
Grécia
tem a «obrigação histórica e moral de reclamar à Alemanha cerca de 162
mil milhões de euros referentes a indemnizações da Segunda Guerra
Mundial».
Adensa-se a radicalização do discurso. Tudo isto num ambiente de estremismo e cisão em termos económicos e financeiros entre países europeus e em que os extremismos e radicalismos florescem dentro das fronteiras europeias.
Subversiva
a nossa constatação e discurso... talvez não... tomará que sim. Nunca
nesta passagem de pouco mais de trinta primaveras esperamos viver tão
potencial-real ameaça.
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