Apertem os cintos. Como acordará a Europa segunda desta sexta prometedora?
A decisão sobre o destino da Grécia talvez pudesse ter sido tomada ou mesmo anunciada no inicio da semana, mas o seu adiamento para uma tarde de sexta-feira poderá não ser tanto justificado pela necessidade de negociar (lembramos que os dias que mediaram estas datas foram de foclore negocial, de muito ruído e soundbyte, pouca discussão e que os dias pareceram uma injustificada eternidade) mas poderá antes anunciar a importância das 48 horas que medeiam o inicio de uma nova semana.
Se não for uma boa nova, é natural que a decisão seja comunicada após o fecho dos mercados europeus, dado o efeito que poderá ter, mesmo considerando que o terreno foi devidamente preparado nos últimos meses/semanas e que os impactos estarão circunscritos. Uma decisão que merece uma digestão prolongada, de forma a evitar reações bruscas.
Este contexto e as posições extremadas da Grécia e Alemanha poderão ser só indícios não confirmados, de um qualquer virar de agulha.
Reinam a incerteza e ambiguidade nas veias do "projeto europeu".
Reinam a incerteza e ambiguidade nas veias do "projeto europeu".
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