Na vida como no desporto nunca fui de virar a cara à luta, nunca disse que não a um duelo, mesmo que, por vezes, fosse mais rasgadinho. Claro está, tudo dentro de limites e com respeito pelo adversário, nomeadamente pela sua integridade física, e sendo leal.
Desde a tenra adolescência que pratico desporto. Nunca me lembro de ter deixado um jogo a meio por cansaço ou de não ter terminado uma das largas dezenas de provas de atletismo em que participei.
Persistência, perseverança, resistência à dor, capacidade de sofrimento e foco no alcance dos objetivos são o meu lema. Nunca deixar a meio o que se começa, é também um dos focos.
Quem me conhece sabe que foi e é assim.
Posso até perder, lido bem com isso, mas vendo cara a derrota e perco menos vezes do que a média!
Sou daqueles que dá a cara, quando alguns fogem e/ou se escondem, faço questão de dar sinais contrários àqueles que são esperados. Chamem-lhe teimosia ou o que quiserem. Se vejo que posso “meter o pé” meto-o, mesmo que haja contacto físico e que o meu comportamento resulte em carambola.
Situações de fraqueza todos passamos, mas temos de nos reerguer e voltar mais fortes, aprender com os erros e das fraquezas fazer forças, aliás as melhores oportunidades surgem em época das maiores ameaças. No fundo, temos de ser capazes de virar o jogo a nosso favor.
Os tempos são para os duros, para os resilientes... para os que vestem as vestes espartanas.
Os tempos são para os duros, para os resilientes... para os que vestem as vestes espartanas.
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