O pai da democracia portuguesa, segundo se sabe, está gravemente doente.
Sendo verdade que a sua idade é já muito avançada, a sua partida representa uma perda irreparável para o nosso país.
Esperemos que continue entre nós por largos anos.
O dia da sua partida será certamente marcante. A cidade de Lisboa e o país geral irão certamente parar para homenagear o primeiro presidente da democracia constitucional.
Uma personagem que ombreia, em termos de aceitação popular, presença na história e impacto externo, com outras que já vimos partir, como sejam Amália e Eusébio.
As melhoras Senhor Presidente.

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