quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Quinta feira e outros dias…


Hoje é quinta-feira.

“Quinta feira e outros dias” é o título de uma obra adjeta, inoportuna e desnecessária, de alguém que se serviu do nosso país durante décadas e que agora resolveu trazer à luz do dia.

Não li esse compêndio travestido de obra literária ou memórias não sei do quê, não quero ler e sugiro vivamente que se mantenham distantes da mesma.

Uma obra que vem poluir o horizonte. O seu insucesso será o caminho para o nosso sucesso.

Desculpem-me, apesar de não ser esse o estilo, tinha de extravasar as emoções que inundam as minhas diversas camadas cutâneas e subcutâneas.

Não há paciência e muito menos estômago.

Portugal e os portugueses estão fartos.

Pensei que 2017 seria já um ano limpo dessa peçonhenta personagem, do seu pensar e modo de agir, mas ao que parece o seu autoclismo tinha mais uma (esperemos que última) descarga.

Chega… afaste-se de vez… deixe o país respirar e viver a salvo da mesquinhez, do espírito tacanho e da vingança fria e ultrapassada.

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