Hoje é quinta-feira.
“Quinta
feira e outros dias” é o título de uma obra adjeta, inoportuna e
desnecessária, de alguém que se serviu do nosso país durante décadas e
que agora resolveu trazer à luz do dia.
Não
li esse compêndio travestido de obra literária ou memórias não sei do
quê, não quero ler e sugiro vivamente que se mantenham distantes da mesma.
Uma obra que vem poluir o horizonte. O seu insucesso será o caminho para o nosso sucesso.
Desculpem-me, apesar de não ser esse o estilo, tinha de extravasar as emoções que inundam as minhas diversas camadas cutâneas e subcutâneas.
Não há paciência e muito menos estômago.
Portugal e os portugueses estão fartos.
Pensei
que 2017 seria já um ano limpo dessa peçonhenta personagem, do seu
pensar e modo de agir, mas ao que parece o seu autoclismo tinha mais uma
(esperemos que última) descarga.
Chega…
afaste-se de vez… deixe o país respirar e viver a salvo da mesquinhez,
do espírito tacanho e da vingança fria e ultrapassada.
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