sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

A traição de Hollande



Em poucos dias acabou de se esboroar aquilo que sobrava da credibilidade de Hollande.
Primeiro foram os sinais de incumprimento em toda linha das promessas eleitorais e o esvaziamento da lufada de ar fresco que alegadamente traria para a política europeia.

Esta semana veio a (alegada) traição conjugal, antecedida pela apresentação de um plano de austeridade de milhares de milhões.
Ao adotar estes comportamentos, naturalmente traiu o seu eleitorado, a sua nação, mas também a esperança europeia que emergiu com a sua ascensão e, mais profundamente, traiu-se a si próprio. É decididamente um político a prazo.
Começa a ser regra na política europeia dos países com desequilíbrios económicos e financeiros, fazer o inverso daquilo que é prometido em campanha eleitoral quando se acede ao poder.
 Está na hora de votar em que nos promete o pior dos mundos, pelo menos acabam-se as hastes político-eleitorais nas nossas testas!

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