Em poucos dias acabou
de se esboroar aquilo que sobrava da credibilidade de Hollande.
Primeiro foram os
sinais de incumprimento em toda linha das promessas eleitorais e o esvaziamento
da lufada de ar fresco que alegadamente traria para a política europeia.
Esta semana veio a (alegada) traição conjugal, antecedida pela apresentação de um plano de austeridade de milhares de milhões.
Esta semana veio a (alegada) traição conjugal, antecedida pela apresentação de um plano de austeridade de milhares de milhões.
Ao adotar estes
comportamentos, naturalmente traiu o seu eleitorado, a sua nação, mas também a
esperança europeia que emergiu com a sua ascensão e, mais profundamente,
traiu-se a si próprio. É decididamente um político a prazo.
Começa a ser regra na
política europeia dos países com desequilíbrios económicos e financeiros, fazer
o inverso daquilo que é prometido em campanha eleitoral quando se acede ao
poder.
Está na hora de votar em que nos promete o
pior dos mundos, pelo menos acabam-se as hastes político-eleitorais nas nossas
testas!
Sem comentários:
Enviar um comentário