Em 2013, 58% da energia consumida foi proveniente de fontes renováveis.
O meio ambiente onde nos inserimos agradece, a forte quebra nas importações também (cerca de -700 milhões de euros), a nossa autonomia energética cresce, fica apenas como parte negativa para as nossas carteiras: um incomprensivel défice tarifário que este ano nos rouba mais rendimento!
Será de notar que para o valor registado contribuíram o ano chuvoso e ventoso. Contudo, os resultados registados são fruto de uma aposta política passada nesta área e uma maior consciencialização/sensibilidade lusa da importância destes investimentos.
Esta aposta, tem prós e contras, embora quanto a nós os prós se sobreponham claramente. O investimento em energias limpas são um investimento e não um custo. Um investimento de futuro, algo que nos pode distinguir (e já nos distingue) a nível internacional.
Em muitas matérias aparecemos 20/30 anos atrasados ou 20/30% abaixo da média, mas neste importante campo estamos acima da média e representamos a meta ou o futuro desejável de muitos países.
Apesar de não se coibir de colher os frutos desta política pública, nomeadamente no que é para si mais importante (vertente financeira) com o impacto na quebra das importações, será interessante perguntar ao atual executivo o porquê de ter cortado e desvalorizado esta aposta?
Bastava remover aquilo que tem de mau (rendas, esquemas privados de compensação duvidosa) e deixar fluir o que estava bem.
Bastava remover aquilo que tem de mau (rendas, esquemas privados de compensação duvidosa) e deixar fluir o que estava bem.
Leia aqui a notícia publicada pela QUERCUS sobre este tema: http://www.quercus.pt/comunicados/2014/janeiro/3297-portugal-atingiu-valor-recorde-do-seculo-na-producao-de-eletricidade-renovavel-e-de-emissoes-de-co2-evitadas
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